Conheça o trabalho de Manika Adéníké: A fotografia com o objetivo poético, provocando mais a contemplação do que a inquietação.

Manika Adéníkẹ́ é bacharelanda em Teoria, Crítica e História da Arte pela Universidade de Brasília (UnB), é uma fotógrafa autodidata residente no Distrito Federal que pesquisa, desde 2016, as transformações da experiência cotidiana por meio de imagens capturadas com o celular. Aos 12 anos, começou a fotografar, aos 15, com uma câmera portátil, aprendeu o básico da técnica pela internet.. Em 2018, decidiu abandonar as câmeras tradicionais e a busca pela perfeição do fine art, e transformou o celular como sua ferramenta, buscando um processo criativo mais veloz, leve e intimista.

Com um olhar poético, ela procura mostrar o potencial de desacelerar o olhar e encontrar leveza no caos do dia a dia. 

“Minha fotografia é feita com o objetivo poético, querendo provocar mais a contemplação do que a inquietação.”

Faz parte do coletivo Afrotometria desde sua fundação em 2020, para ela, o coletivo atua como um espaço descolonial de cura e autonomia criativa, livre das amarras do fetiche branco das grandes galerias. 

“Não acredito que a questão racial participe da minha fotografia enquanto arte, por mais que a marca em seu referencial por ser uma pessoa negra que a faz”. 

Manika une a arte e a leveza, trazendo o espectador a respirar, mostra que a beleza e a resistência também estão na nossa capacidade de silenciar o mundo e contemplar o momento.

📸 Conheça mais o trabalho de Manika no Instagram: @maniconga

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