Fernanda Castro vive e trabalha em Curitiba. Começou a fotografar durante o curso de Comunicação Social – Jornalismo da Universidade Federal do Paraná, em 1974. Estudou pós-graduação em Artes Plásticas na Faculdade de Artes Plásticas do Paraná (1995) e A Fotografia como Instrumento de Pesquisa nas Ciências Sociais na Universidade Cândido Mendes (2004). Fernanda Castro tem exposto individualmente no Brasil e no exterior como no Espaço Cultural BRDE, Museu da Imagem e do Som, Museu de Arte Sacra da Arquidiocese em Curitiba, Bibliothèque André Malraux em Paris, Maison de L’ amérique Latine em Rhône-Alpes, VI Reunión de Antropologia del Mercosur em Montevideo, III Congresso Brasileiros de Pesquisadores Negros em São Luís. Em 1987, recebeu o prêmio Expotiba de Jornalismo e em 2002, recebeu o prêmio Aquisição Governo do Estado do Paraná. Além disso, tem dois livros publicados: ‘Comunidades do Feixo e da Restinga: herança dos afro-descendentes da Lapa’ e “Comunidades do Sutil e de Santa Cruz: Herança quilombola da região de Campos Gerais do Paraná’.”⠀

“O meu trabalho foi desmistificar a inverdade criada por historiadores locais de que o Paraná era um estado onde a população negra era invisível. Percorri as comunidades quilombolas do estado documentando os costumes sociais, como festas, trabalhos e vida familiar.”


Como integrante do coletivo Ero Ere, grupo de mulheres artistas negras, Fernanda Castro segue na luta pela demarcação de espaços institucionais para a arte de matriz africana.


Fernanda Castro segue criando fotografias que trazem a memória negra no Sul do Brasil.
📸 Conheça mais sobre o acervo e o trabalho de Fernanda no Instagram: @fernandacastropaula
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