Fotógrafo, pensador visual e cronista da cidade, o carioca Jhonatan da Matta dedicando-se à fotografia artística, de arquitetura e de rua, ele investiga em suas imagens o papel do tempo como o grande transformador da vida, tencionando as linhas entre o eterno, o cotidiano e o efêmero. Sua produção tem como foco central um compromisso estético e político: retirar corpos pretos do lugar da brutalidade e trazer à luz a e a delicadeza de como esses corpos se percebem, se movem e resistem dentro das paisagens urbanas do Rio de Janeiro.

“Busco trabalhar vivências cotidianas, como os espaços se relacionam com os homens e como os homens se veem nesses espaços. Os espaços urbanos têm forte influência nas vivências negras, corpos pretos e periféricos são pensados como máquinas de trabalho. Desde a correria dos dias agitados à espera em um ponto de ônibus.”


“Busco pensar o corpo preto a partir das lentes da sensibilidade. Corpos que por vezes são interpretados como marginalizados ou brutalizados como máquinas. No meu trabalho, busco trazer luz à sensibilidade de vivências pretas.”⠀


Jhonatan da Matta consolida um olhar de extrema importância poética no Rio de Janeiro.
📸 Conheça mais do trabalho de Jhonatan no Instagram: @_damatta
📸 Conhece algum/a/e fotógrafo/a/e que também registra as narrativas negras ou quer fazer parte do nosso mapeamento? Preencha o nosso formulário.