Museólogo em formação pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), músico, fotógrafo e gestor cultural, Vitú de Souza faz da imagem um instrumento de preservação patrimonial e reexistência política. Atuando de forma multidisciplinar, Vitú pesquisa as intersecções entre arte, memória e pertencimento no Núcleo de Pesquisa em Raças, Gêneros e Performances (NUPERGEPE). Como articulador da Rede Museologia Kilombola na região Sudeste, ele transita entre a fotografia documental, a arquitetura barroca (Rococó), as artes visuais e as fotocolagens, captura o movimento e dá corpo físico a manifestações artísticas que o Estado historicamente negligência.

“Comecei a fotografar no ano de 2019, quando comecei a estudar formas de registro de tradições imateriais, nesse sentido a fotografia é o método que eu desenvolvo para conceber fisicamente as formas de arte efêmeras, comecei fotografando pelo celular, logo no final de 2019 consegui comprar uma câmera da Canon e continuo em busca de equipamentos, para melhorar meu trabalho.”


“A questão racial é a influência principal do meu trabalho, visto que começo a fotografar tradições que estavam desaparecendo, sem qualquer tutela do estado ou de agências de preservação de patrimônio.”⠀


Vitú de Souza trbalaha a fotografia como um manifesto, fotografando o corpo negro em movimento.
📸 Conheça mais do trabalho de Vitú no Instagram: @pretonarciso
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