Fotógrafo documental, cronista visual e designer de formação, o fluminense José Maria Júnior usa das lentes para resgatar a história e engajar causas políticas. Nascido e criado em São Gonçalo (RJ), José Maria iniciou sua pesquisa estética através do desenho e da pintura, encontrando na fotografia a peça que faltava para sua expressão artística. Unindo à poética do fotojornalismo e da fotografia de rua, ele dedica o seu olhar a combater a invisibilidade de grupos vulnerabilizados, provocando reflexões estruturais e convertendo cada fotografia em ação social.

“Comecei a me interessar por fotografia a partir de minhas experiências com o desenho e a pintura. Vi na imagem uma maneira de expressar sentimentos, acontecimentos, locais, enfim. Comprei uma máquina usada e comecei a estudar fotografia. Quando fiz o curso de Desenho Industrial, tive um contato mais aprofundado com a fotografia, inclusive com técnicas de revelação, ainda usávamos máquinas com filmes naquela época. Depois disso meu interesse pela fotografia aumentou bastante. Fui estudar mais e ler sobre alguns fotógrafos. Foi quando conheci os trabalhos do Walter Firmo e Sebastião Salgado.”


“A fotografia é uma possibilidade de lutar pela representatividade, através das imagens retratadas. É deixar que a população negra fale através das imagens.”


José Maria Júnior usa sua câmera para evidenciar tudo aquilo que acredita e o motiva.
📸 Conheça mais do trabalho de José Maria no Instagram: @josejunior_fotografia
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