Fotógrafa, artista visual, gestora cultural e pesquisadora na área de Memória e Negritude, Miriane Figueira, a Miri, para quem fica íntimo, usa a fotografia como forma de investigação histórica, autoconhecimento e transformação social. Graduada em Tecnologia em Fotografia pela Universidade Tuiuti do Paraná (2013), Miri construiu, ao longo de dez anos, sua carreira com um portfólio que une a harmonia, a técnica e a sensibilidade. Trabalha também com grandes coberturas, como o registro aéreo e de solo das obras do PAC 1 para o Governo Federal e espetáculos do Palco Giratório (Sesc), a uma produção profundamente aclamada no circuito nacional das artes visuais, onde atua como pesquisadora iconográfica.

O encontro de Miri com a fotografia surgiu vendo as memórias guardadas por sua mãe.
“Minha mãe é colecionadora de fotos, ama, descreve uma a uma com anotações que andam juntas com cada impressão. Meu gosto pela fotografia vem deste afeto acionado por ela. Me formei em gestão de recursos humanos com 20 e poucos anos. Estava extremamente infeliz, tive um namorado na época que me incentivava a fotografar, até que em um surto do meu trabalho em uma multinacional, comprei equipamento e me inscrevi na faculdade de fotografia (tudo em uma semana).”


Utiliza suas dores e descobertas de seus processos de autoconhecimento como matéria-prima.
“Sempre que passo por um processo muito intenso de autoconhecimento surge um novo trabalho quase que em resposta a tudo que senti, e de modo geral está relacionado a minha vivência de mulher negra que durante muitos anos foi periférica.”


Miriane Figueira é uma artista única, que produz imagens ricas em detalhes.
📸 Conheça mais do trabalho de Miri no Instagram: @mirianefigueira.arte @mirianefigueirafotografia
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