Conheça o trabalho de Ayla Farias: A memória em filme e o enquadramento sensível de corpos negros.

Fotógrafa, pesquisadora visual e estudante de Comunicação Social na Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC), a baiana Ayla Farias faz da câmera uma ferramenta para coletar memórias, ressignificar o cotidiano e construir novas narrativas visuais. Apaixonada pela fotografia de moda e por retratos artísticos, Ayla transita com fluidez entre o filme analógico e o charme das câmeras diárias como as Cybershots. Inspirando-se no ensinamento de Susan Sontag sobre o ato de fotografar ser uma forma de “colecionar o mundo”, a artista utiliza enquadramentos marcantes, saturações e texturas para evidenciar detalhes subestimados, colocando a beleza, o estilo e a subjetividade de pessoas negras em evidência.

“Eu acredito que tirar fotos é como colecionar o mundo, como a Susan Sontag diz em seu livro “Sobre Fotografia”; fotografar os lugares por onde passo e observo é criar um acervo de memórias para mim mesma e poder compartilhar com as outras pessoas a forma como eu enxergo e interpreto esses momentos”, diz. 

“Busco trazer uma visão mais sensível de coisas que são subestimadas pelas pessoas e algumas vezes trazer o estranhamento através de fotos muito texturizadas ou saturadas.”

“Eu acredito que pela diversidade de coisas e pessoas ao meu redor, principalmente por passar a maior parte do meu tempo em uma universidade pública que me faz ver as coisas em vários pontos de vista além do meu, atiçando minha curiosidade e minha vontade de criar.”

Ayla Farias coleciona fotografias originais, que são cheias de criatividade.

📸 Conheça as coleções visuais, ensaios de moda e retratos de Ayla Farias no Instagram: @dkdlfilm 

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