Preto, favelado, bissexual e antirracista de carteirinha, ele é morador do Titanzinho, em Fortaleza e é colaborador da Associação de Moradores do bairro. Estudante de Humanidades pela Unilab, Jardel carrega consigo a paixão pela pintura, pelo grafite, pelo desenho e, claro, pela fotografia que pratica desde 2011.
Preto, favelado, bissexual e antirracista de carteirinha, ele é morador do Titanzinho, em Fortaleza e é colaborador da Associação de Moradores do bairro. Estudante de Humanidades pela Unilab, Jardel carrega consigo a paixão pela pintura, pelo grafite, pelo desenho e, claro, pela fotografia que pratica desde 2011.

‘Fotografia exprime o que somos, o que pensamos, cada fotógrafo é único. Nossas vivências e opressões estão intrínsecas em nosso trabalho. Acredito que essa linguagem tem possibilidade de nos libertar do poder desse sistema imundo. É isso,a fotografia me liberta desse olhar marginal.’

Dentro do seu trabalho, busca trabalhar um olhar ligado à negritude e a cultura afro, reivindicando esse local de beleza e humanidade que é retirado constantemente das pessoas negras. Ele afirma que a questão racial não só inspira/influencia a sua fotografia mas meu modo de pensar, tudo em sua volta é visualizado de forma racializada.


Retratando as marés, os rostos e os becos do Titanzinho com a sensibilidade de quem pertence ao território, Jardel demonstra a verdadeira potência de cada imagem.
📸 Conheça mais do trabalho dele no Instagram: @jfelipreto
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