Conheça o trabalho de Marcos Palhano: A documentação do sagrado, o bumba-meu-boi e as marcas da ancestralidade.

Natural de São Luís (MA), Marcos Lago, é graduado em Fotografia pela Universidade Paulista (UNIP) e iniciou seus estudos artísticos no Centro de Criatividade Odylo Costa Filho. Sua relação profunda com a fotografia começou em 2005, após uma oficina com o fotógrafo carioca José Luis Cavalcante e a mentoria do professor Roberto Sobrinho. Desde 2007, Marcos documenta o encontro dos diversos grupos de bumba-meu-boi nas tradicionais festas de São Pedro e São Marçal em São Luís. Paralelamente, ele desenvolve pesquisas, como a série “Estética do Abandono” que questiona a degradação dos espaços públicos e o ensaio “Oferendas: Indícios do Sagrado”, apresentado no IV Encontro Nacional de Estudos da Imagem (ENEIMAGEM).

Marcos vem construindo um acervo documental sobre as tradições do tambor de crioula e do tambor de mina. Desde 2012, ele realiza um registro histórico aberto de terreiros, acompanhando a matriz de Toya Jarina em Diadema e a casa Kwê Mina Odan Axé Boçô Dá-Hô, em São Paulo. 

Marcos também integra o coletivo A Fotometria, com outros artistas pretos em prol de uma narrativa visual contra-hegemônica. 

“Basta ver as minhas imagens sobre cultura popular, sobre o Tambor de Mina… O universo preto é o meu gás e o é que me move”. 

Com sensibilidade e respeito ao sagrado, Marcos constrói visuais que mostram tradições e suas belezas.

📸 Conheça mais do trabalho de Marcos no Instagram:@marcoslpalhano

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