Geraldo Barboza é antropólogo, professor universitário, pesquisador e escritor com uma trajetória de atuação junto a comunidades tradicionais, iniciou sua caminhada na fotografia em 1985. Inicialmente, a câmera e o vídeo eram recursos usados em suas pesquisas histórico-documentais com povos indígenas, quilombolas, comunidades de matriz afro-brasileira, pescadores artesanais e agricultores familiares. Com o amadurecimento de sua prática, as imagens deixaram de ser apenas registros de campo e passaram a ser objeto de investigação, discurso e ativismo. Geraldo, que já participou de exposições organizadas por comunidades indígenas e tem ensaios publicados em revistas científicas de Antropologia Visual.

Atuando em coletivos socioambientais, de negritude e terreiros de Candomblé, Geraldo usa da fotografia como um caminho de militância, além de evidenciar sua conexão espiritual e política com os territórios que passa.


“Sou pesquisador e militante relacionado a temas como negritude, indigenismo e candomblé. Então, procuro dar visibilidade a estes universos”.


Geraldo Barboza partilha as suas ideias, e usa a fotografia como um instrumento de emancipação.
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