Amanda Oliveira iniciou na fotografia em 2005, é pesquisadora, busca transformar em arte visual suas vivências como mulher negra e de Candomblé. Vive em Salvador desde o ano 2000, cidade que se tornou seu cenário de investigação estética. Seu trabalho profissional conquistou o 1º lugar no VIII Salão de Fotografia da Marinha do Brasil, possui obras no acervo permanente do Memorial Pierre Verger da Fotografia Baiana e já integrou 25 exposições de destaque global. Entre elas, as mostras internacionais The Fifth Annual Exposure Photography Award, no Museu do Louvre (Paris), e Scope International Contemporary Art Show (Miami), além das nacionais Olhares Afro Contemporâneos (São Paulo) e IBEJI ERÓ (Salvador).

A fotografia que nasceu de um clique em família, se transformou em sua arte, o terreiro e as ruas da capital baiana são seus espaços de criação, Amanda faz de sua fé e de sua pesquisa sobre a cultura afro-brasileira o guia de toda a sua produção contemporânea.


“O meu trabalho tem influência direta com a cultura afro-brasileira, principalmente pelo candomblé, religião na qual faço parte e que é o meu norte de pesquisa”.


Amanda Oliveira consolidou-se como um dos nomes mais potentes da fotografia afro-contemporânea brasileira, usando da memória afetiva como um documento histórico.
📸 Conheça mais do trabalho de Amanda no Instagram: @amandatropicana
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