Conheça o trabalho de Elidayana Alexandrino: A fotografia como a força da memória.

Artista visual, educadora e pesquisadora, Elidayana Alexandrino é graduada em Artes Plásticas, licenciada em Educação Artística pela Universidade Braz Cubas (UBC). Desenvolve pesquisas em que relaciona imagem, memória e cotidiano, utilizando a fotografia como suporte de expressão. Atuou em museus e centros culturais na área de mediação cultural e educação patrimonial, entre eles Pinacoteca do Estado de São Paulo e Centro Cultural FIESP. Atualmente participa de projetos com coletivos de educadores e artistas. Ao lado de Aline Baliberdin fez a curadoria da exposição “Corpo que é meu outro” (2020), que reuniu 30 artistas mulheres.

Para Elidayana, a arte e a educação não se separam. Atualmente participa de projetos com coletivos de educadores e artistas, ela entende que a periferia é o centro produtor de revoluções e que a arte deve servir de ponte, e não de muro, para acessar as juventudes. 

“Participo de alguns coletivos de educadores. Essas articulações para enfrentar os problemas de desigualdades étnico-raciais são muito importantes, se não tivesse esses movimentos talvez eu nem estivesse aqui, pois não teria encontrado meus pares e estaria vendo o mundo de outro jeito.” 

“Falando ou calada, eu sou um corpo negro, um corpo que já vem carregado pelo racismo. Cada vez mais fui estudando e me aprofundando na imagem do negro, percebendo as relações entre imagem e sociedade, e isso acabou entrando de maneira intensa no meu trabalho.”⠀

Elidayana faz da imagem um território de disputa com o afeto e a política caminhando juntos.

📸 Conheça mais do trabalho de Elidayana no Instagram: @elidayanaalexandrino

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