Fotógrafo e historiador, Wanderson Freire mora e atua na periferia do Recife. Suas fotografias tentam mostrar o cotidiano e os problemas da comunidade da cidade. De uma forma afetiva e crítica, os registros estabelecem um olhar a população negra periférica com o objetivo de analisar as práticas do cotidiano nas favelas e suas vulnerabilidades. Sensível no olhar, Wanderson Freire trabalha com os costumes, brincadeiras, práticas religiosas e culturais como o brega e a boemia.Wanderson colabora com iniciativas da comunicação popular, como a Agência de Notícias das Favelas (ANF), o Coletivo Jenipapo em Foco e a Pastoral da Juventude do Meio Popular (PJMP).

Para Wanderson, a câmera é um instrumento de investigação do cotidiano periférico e um objeto de preservação da cultura que pulsa nas comunidades do Recife.
“Tento buscar um olhar sensível, afetivo, crítico e analítico nos registros. Exaltar os corpos negros e denunciar racismo e preconceito a qualquer tipo de expressão cultural nas favelas, com o exemplo do brega recifense.”⠀


‘A minha comunidade é meu ponto de partida para minhas fotografias. Tento estabelecer um diálogo comigo, as fotos e os fotografados. Fotos posadas e espontâneas de forma singular e intimista.’


Wanderson Freire não apenas fotografa o Recife, mas escreve a história com sua fotografia.
📸 Conheça mais do trabalho de Wanderson no Instagram: @wann_freire
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