A fotografia documental da periferia e a força do registro coletivo: Conheça o trabalho de Monike Raphaela

Fotógrafa, sonoplasta e articuladora visual, a paulistana Monike Raphaela faz da fotografia documental um instrumento de registro histórico, denúncia social e afirmação de direitos. Graduada em Fotografia pela Universidade de Guarulhos (UnG) e formada em Sonoplastia pela SP Escola de Teatro, Monike iniciou sua trajetória em 2012 por meio do programa Fábricas de Cultura, na zona leste de São Paulo. Foi ali que ela entendeu que a câmera como ferramenta de expressão e profissão. Trabalhando entre a imagem e o som, ela investiga os temas da desigualdade social, da cultura popular e, de forma pioneira, do direito à moradia, retratando o dia a dia daqueles que lutam para construir um teto e uma história na cidade.

“Grande parte do meu trabalho é o registro do cotidiano da periferia; meu bairro e os bairros que transito, meus conhecidos, amigos, família e vizinhos. E, normalmente, nos meus trabalhos se encontram temas como direito de moradia, desigualdade social e cultura popular.”⠀

Além dos seus projetos individuais, Monike acredita na coletividade, integrando o Coletivo Criô. 

“Desde de meus primeiros trabalhos, sempre tratei de assuntos sociais, principalmente os que se relacionavam a minha vivência, ou na vivência de meus mais velhos, então me aprofundei na linguagem documental, nela me encontrei e pude expressar revoltas, contar histórias sobre as vidas e as lutas dos que me cercam, histórias essas que normalmente não são contadas e muito menos registradas.”


Monike Raphaela usa a fotografia como voz e instrumento do seu ativismo.

📸 Conheça mais do trabalho de Monike no Instagram: @monike_raphaela e acompanhe também o @coletivocrio.

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