Conheça o trabalho de Felipe Camilo: A imagem como arquivo de memória.

Artista visual, cineasta, pesquisador e documentarista, o cearense Felipe Camilo faz da fotografia um território de experimentação, investigação antropológica e ativismo decolonial. Membro do Instituto da Fotografia do Ceará (Ifoto/Ce) e Doutor em Ciências Sociais pela Universidade Federal do Ceará (UFC), Felipe iniciou sua produção autoral em 2011, consolidando uma trajetória que tensiona os limites entre imagem, memória e negritude. Trabalha entre o documentário, a fotografia de rua e os históricos e alternativos, como as fotocolagens, a fitotipia e a antotipia, ele investiga os álbuns de família e os acervos cotidianos para disputar o imaginário coletivo e produzir contra-narrativas diante da violência racial.

“Aprendi a fotografar com meu pai na adolescência e só posteriormente busquei educação formal na área. Coloco no início de minha trajetória no início de meu trabalho autoral, em 2011. As relações entre imagem e memória sempre interessaram. Atualmente, também investigo álbuns de família como matéria prima de minha produção.”

“Produzo trabalhos sobre violência racial nos últimos anos, “Álbum Preto”, por exemplo, é um livro de artista sobre jovens negros assassinados por violência racial.” 

Felipe Camilo produz fotografias potentes, remexendo os arquivos do passado para garantir o direito à memória e à vida no presente.

📸 Conheça mais do trabalho de Felipe: @felipecamilo

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