Aline Motta nasceu em Niterói (RJ), mas vive e trabalha em São Paulo. É bacharel em Comunicação Social pela UFRJ e pós-graduada em Cinema pela The New School University (NY). Seu trabalho mescla fotografia com diferentes técnicas e práticas artísticas, como vídeo, instalação, performance, arte sonora, colagem, impressos e materiais têxteis. Como pesquisadora, busca revelar outras corporalidades, criar sentido, ressignificar memórias e elaborar outras formas de existência.
Aline foi contemplada com o Programa Rumos Itaú Cultural 2015/2016, com a Bolsa ZUM de Fotografia do Instituto Moreira Salles 2018 e com 7º Prêmio Indústria Nacional Marcantonio Vilaça 2019. Em 2021 exibiu seus trabalhos em vídeo no New Museum (NY) no programa “Screen Series”.

Com sua prática artística, ela busca apontar e preencher as lacunas de sua própria história familiar decorrentes do apagamento colonial. Seus vídeos, fotografias, instalações e performances são baseados em estudos especulativos que misturam viagens de campo e relatos de história oral que ela usa para acessar, nutrir e revelar partes do passado que antes se pensava estarem perdidas.


Motta cria obras que reorientam memórias e constroem novas narrativas. Refletindo sobre as noções de diáspora, pertencimento e identificação, ela reconfigura as relações afro-atlânticas à sua maneira, posicionando-se como autora de sua própria história.


Com seu olhar único, Aline cria fotografias cada vez mais poéticas.
📸 Conheça o olhar e as cores de Giovanna no Instagram: @1alinemotta
📸 Conhece algum/a/e fotógrafo/a/e que também registra as narrativas negras ou quer fazer parte do nosso mapeamento? Preencha o nosso formulário.