Fotógrafa carioca, educadora e ativista visual, Sarah Avelino faz da imagem um instrumento de resgate, dignidade e denúncia social. Nascida e criada na comunidade do Andaraí, na Zona Norte do Rio de Janeiro, Sarah encontrou nas lentes uma forma de servir ao seu território e às pessoas com quem convive. Transitando com uma versatilidade impressionante por vertentes que vão do fotojornalismo e documentário comercial até a fotografia artística e de rua, ela utiliza sua vivência no morro para contestar as estruturas desiguais da cidade. Para Sarah, a câmera é uma ferramenta política capaz de abrir caminhos e oferecer às crianças da favela um novo motivo para acreditar que é possível viver daquilo que se sonha.

Sarah acredita que a arte é indissociável de sua identidade e de seu CEP, enxerga em cada enquadramento que faz nas ruas uma forma de espelhar a si mesma e de protestar contra o racismo estrutural.
“Sou negra, nasci no morro, é difícil não carregar as mazelas que sofremos ao longo da vida. Minha fotografia é meu protesto.”


“Acredito que é extremamente difícil desvincular de minha fotografia o protesto que ela carrega. Vim de um contexto social desigual e procuro retratar essa desigualdade por onde passo.”


Sarah Avelino passa uma mensagem linda de emancipação e futuro.
📸 Conheça mais do trabalho de Sarah no Instagram: @sousarahavelino
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